
O calendário de vacinação SBP 2025 2026 foi atualizado pelos Departamentos de Imunizações e Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria e traz mudanças importantes: nova recomendação da vacina Meningo ACWY, inclusão do nirsevimabe e da imunização materna contra o VSR, e entrada da vacina da dengue Qdenga® no esquema pediátrico.
- SBP atualizou o calendário de vacinação SBP 2025 2026 por meio dos Departamentos de Imunizações e Infectologia.
- Meningo ACWY passa a ser recomendada para maior proteção de crianças de 2 meses a 12 anos.
- Nirsevimabe (anticorpo monoclonal) e imunização da gestante entram como estratégias contra o VSR.
- Vacina da dengue Qdenga® incluída para crianças a partir de 4 anos.
- Atualizações também em COVID-19, HPV e Meningo B, cobrindo crianças e adolescentes até 19 anos.
O que mudou no calendário de vacinação SBP 2025 2026
O calendário de vacinação SBP 2025 2026 é o documento de referência elaborado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) para orientar pediatras e famílias sobre as vacinas recomendadas na infância e adolescência, complementando o Programa Nacional de Imunizações (PNI). A atualização mais recente foi conduzida pelos Departamentos de Imunizações e Infectologia da SBP, coordenados por Eduardo Jorge da Fonseca Lima e Marco Aurélio Palazzi Sáfadi, e traz mudanças que todo estudante de medicina e residente de pediatria precisa conhecer.
Diferente do calendário público do SUS, o calendário da SBP é o esquema completo recomendado — incluindo vacinas de uso privado (rede particular) — e costuma antecipar tendências que depois entram no PNI. Por isso, cai com frequência em provas de residência e no ENAMED.
Por que o calendário de vacinação SBP 2025 2026 mudou
A revisão anual do calendário responde a novas evidências epidemiológicas e à disponibilidade de novas tecnologias de imunização. Em 2025/2026, três frentes motivaram a atualização: o aumento de casos de doença meningocócica por sorogrupos cobertos pela vacina ACWY, a chegada de estratégias eficazes contra o vírus sincicial respiratório (VSR) — principal causa de bronquiolite grave em lactentes — e a expansão da cobertura vacinal contra dengue para a faixa pediátrica com a Qdenga®. O documento também revisou pontos de COVID-19, HPV e Meningo B, mantendo o calendário alinhado às diretrizes internacionais e à realidade epidemiológica brasileira.
O que diz a nova recomendação do calendário de vacinação SBP 2025 2026
O documento cobre crianças e adolescentes até 19 anos e organiza as recomendações por faixa etária e por vacina. Veja o resumo das principais mudanças:
| VACINA/IMUNIZAÇÃO | O QUE MUDOU EM 2025/2026 |
|---|---|
| Meningo ACWY | Recomendada para maior proteção de crianças de 2 meses a 12 anos |
| VSR (nirsevimabe + gestante) | Inclusão do anticorpo monoclonal nirsevimabe e da imunização da gestante para prevenção |
| Dengue (Qdenga®) | Incluída para crianças a partir de 4 anos |
| COVID-19, HPV, Meningo B | Atualizações pontuais nas recomendações existentes |

| GRUPO | RELEVÂNCIA NA ATUALIZAÇÃO |
|---|---|
| Lactentes (VSR) | Alvo prioritário do nirsevimabe e da imunização materna |
| 2 meses a 12 anos | Faixa de recomendação da Meningo ACWY |
| A partir de 4 anos | Elegíveis para a vacina da dengue Qdenga® |
| Até 19 anos | Cobertura geral do documento (crianças e adolescentes) |
Como aplicar o calendário de vacinação SBP 2025 2026 na prática clínica
Na consulta pediátrica, o primeiro passo é sempre checar a carteira de vacinação e comparar com o esquema vigente do PNI e, quando a família tiver acesso à rede privada, com o calendário completo da SBP. Para o residente, vale memorizar: Meningo ACWY entra como reforço de proteção meningocócica na faixa de 2 meses a 12 anos; a estratégia contra VSR combina nirsevimabe (imunização passiva do lactente) com a vacinação da gestante; e a Qdenga® amplia a prevenção de dengue já a partir dos 4 anos de idade. Essas três frentes devem ser discutidas ativamente com os pais, já que envolvem produtos ainda não universalmente disponíveis no SUS.
Quando a questão citar “atualização do calendário de vacinação SBP” e mencionar meningococo, VSR e dengue juntos, é quase certeza que o examinador está testando exatamente as três novidades de 2025/2026: Meningo ACWY, nirsevimabe/imunização materna e Qdenga®. Associe as três de cabeça — é o “trio” mais cobrado dessa atualização.
Quem é afetado pela atualização
A atualização afeta diretamente lactentes (principal público-alvo do nirsevimabe e da vacinação materna contra VSR), crianças de 2 meses a 12 anos (Meningo ACWY) e crianças a partir de 4 anos (Qdenga®), além de adolescentes até 19 anos contemplados nas revisões de COVID-19, HPV e Meningo B. Pediatras, residentes e estudantes de medicina devem incorporar essas mudanças na orientação vacinal de rotina e na anamnese de puericultura.
Perguntas frequentes sobre o calendário de vacinação SBP 2025/2026
O que mudou no calendário de vacinação SBP 2025/2026?
A SBP passou a recomendar a vacina Meningo ACWY para crianças de 2 meses a 12 anos, incluiu o nirsevimabe e a imunização da gestante para prevenção do VSR, e adicionou a vacina da dengue Qdenga® para crianças a partir de 4 anos. Também houve atualizações em COVID-19, HPV e Meningo B.
Quem elaborou a atualização do calendário?
Os Departamentos de Imunizações e Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), coordenados por Eduardo Jorge da Fonseca Lima e Marco Aurélio Palazzi Sáfadi.
A partir de que idade a vacina da dengue Qdenga® é recomendada?
A SBP recomenda a Qdenga® para crianças a partir de 4 anos de idade, dentro do calendário de vacinação 2025/2026.
- Manual de Pediatria Clínica — material recomendado do Amo Resumos para se aprofundar
- Nirsevimabe: nova imunização contra o VSR — entenda a estratégia que entrou no calendário
- Vacina da Dengue (Qdenga) na infância — detalhes da nova recomendação
Conclusão
O calendário de vacinação SBP 2025 2026 consolida três avanços importantes da imunização pediátrica brasileira — proteção meningocócica ampliada, combate ao VSR e vacinação contra dengue na infância — e é conteúdo certo de aparecer em provas de residência e no ENAMED. Entender o “porquê” de cada mudança, e não só decorar nomes de vacina, é o que separa quem acerta a questão de quem só reconhece o termo.
Para fixar, treine questões no MedCaju, com explicação do conceito ao caso clínico.
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